Há muito romantismo na definição de educador. Se você já leu conversas com quem gosta de ensinar, de Rubem Alves, sabe do que estou falando. Nele, o autor diferencia professores e educadores da mesma forma que eucaliptos (plantados, enfileirados, comerciais e descartáveis) e jequitibás (belos e raros, que crescem espontaneamente).
Ou seja: professor seria “apenas” uma profissão, algo que se pode aprender a ser com uma série de cursos e treinamentos. Educador, por outro lado, é aquele com vocação, apaixonado pelo que faz.
A opinião não é exclusiva de Rubem Alves. Vários outros autores e pedagogos escreveram sobre o tema para enfatizar essas divergências. O professor despeja informações, enquanto o educador constrói o conhecimento em conjunto com a turma. O professor repete a mesma rotina incansavelmente, já o educador se adapta para acessar cada criança. A função do professor é acadêmica e profissionalizante, o educador, porém, ensina para a vida em sociedade e se preocupa com o desenvolvimento integral do indivíduo.
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