Não acuso. Nem perdôo.
Nada sei. De nada.
Contemplo.
Cecília Meireles – Contemplação (trechos)
Acredito que este poema complementa de forma brilhante o vídeo com a explicação da Monja Coen, pois ela diz com muita sabedoria, em outras palavras sobre o fato não se preocupar tanto com o que os outros pensam a nosso respeito, e fala também sobre nossa necessidade de julgamento com relação ao outro.
Se tivermos entendimento sobre nós mesmos, ou seja, quem somos (isso envolve uma boa dose de autoconhecimento) e onde queremos chegar (visão de futuro), perderemos pouco a pouco essa necessidade de julgar o comportamento do próximo. E ainda, se vivo com coerência, de forma plena aquilo que sou profundamente, o julgamento do outro a meu respeito deixa de ter tanta importância para mim.
Quando nos colocamos em estado de contemplação, apenas observamos as pessoas e as situações, sem a necessidade de julgar.
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